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	<title>Algo errado no Ensino privado</title>
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		<title>Exame da OAB: das 20 primeiras colocadas 19 são públicas e apenas uma é privada.</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 18:06:46 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Ensino Superior]]></category>
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		<description><![CDATA[Do G1, em São Paulo O último Exame de Ordem Unificado teve 19 universidades públicas entre as 20 instituições que mais aprovaram candidatos. Foram aprovados 25.912 candidatos entre 101.936 inscritos em todo o país no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil, o que dá um índice de aprovação de 25,4%. A universidade com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do G1, em São Paulo</p>
<p>O último Exame de Ordem Unificado teve 19 universidades públicas entre as 20 instituições que mais aprovaram candidatos. Foram aprovados 25.912 candidatos entre 101.936 inscritos em todo o país no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil, o que dá um índice de aprovação de 25,4%.<br />
A universidade com o maior índice de aprovação proporcionalmente ao número de inscritos foi a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), de Minas Gerais. Fizeram a prova por essa instituição 102 alunos e foram aprovados 88, perfazendo um percentual de aprovação de 86,27%. Em seguida estão a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), com 84,48% de aprovação, e a Fundação Universidade Federal de Viçosa (UFV), também de Minas Gerais, com 80% de aprovação.<br />
A única instituição de ensino privada entre as 20 melhores é a Escola de Direito do Rio de Janeiro (FGV), com 74,36% de aprovação.</p>
<p>Confira a matéria completa e a lista das primeiras colocadas em:</p>
<p><a title="G1" href="http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2012/05/veja-universidades-que-mais-aprovaram-no-ultimo-exame-da-oab.html">http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2012/05/veja-universidades-que-mais-aprovaram-no-ultimo-exame-da-oab.html</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Faculdades continuam a descumprir portaria sobre Prouni e Fies</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 14:02:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[MEC exige que instituições participantes dos programas coloquem em murais e sites valores dos curso e políticas de bolsas e descontos Marina Morena Costa, iG São Paulo Como medida para evitar fraudes e cobranças a mais de estudantes beneficiados pelo Programa Universidade para Todos (Prouni), de concessão de bolsas, e do Fundo de Financiamento Estudantil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>MEC exige que instituições participantes dos programas coloquem em murais e sites valores dos curso e políticas de bolsas e descontos</strong></p>
<p>Marina Morena Costa, iG São Paulo</p>
<p>Como medida para evitar fraudes e cobranças a mais de estudantes beneficiados pelo Programa Universidade para Todos (Prouni), de concessão de bolsas, e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), de financiamento do curso, o Ministério da Educação emitiu duas portarias neste ano. Elas exigem que as instituições participantes dos programas divulguem, na internet e em suas unidades, os valores dos cursos e suas políticas de bolsas e descontos. A determinação, no entanto, não é cumprida nas maiores universidades privadas de São Paulo, nem virtual, nem fisicamente.<span id="more-381"></span></p>
<div id="attachment_382" class="wp-caption alignleft" style="width: 326px"><a href="http://www.algoerradonoensinoprivado.org.br/wp-content/uploads/2012/05/banner-IG.jpg"><img class="size-full wp-image-382" title="banner" src="http://www.algoerradonoensinoprivado.org.br/wp-content/uploads/2012/05/banner-IG.jpg" alt="" width="316" height="421" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: IG</p></div>
<p>Banner no câmpus Paraíso da Unip sobre o Fies: valores dos cursos e portarias do MEC não foram encontradas pela reportagem na unidade<br />
Na unidade Brigadeiro do grupo educacional Anhanguera, a política de bolsas e descontos está fixada em um mural próximo à secretaria de alunos, mas os valores dos cursos (que estavam disponíveis em março, quando o iG fez uma primeira visita) não mais. O texto da portaria normativa nº2 e o telefone do MEC – outras exigências – também não estão disponíveis para os estudantes.</p>
<p>Nas secretarias do câmpus Vergueiro da Universidade Nove de Julho (Uninove) e Paraíso da Universidade Paulista (Unip), não há valores de cursos, nem informações sobre bolsas, descontos, contatos do MEC ou o teor das portarias. Os interessados em estudar na instituição são orientados a procurar as mensalidades dos cursos nos sites das universidades.</p>
<p>Mesmo na internet, as universidades também não cumprem totalmente todas as regras estabelecidas pelo MEC. É possível consultar os valores dos cursos, mas somente a Unip apresenta o texto das portarias e a Anhanguera é a única entre as três a apresentar uma relação completa das bolsas disponíveis e dos descontos, mas não em seu site principal e sim no de vestibulares (canal “Bolsas e Crédito Estudantil”).</p>
<p><strong>Outro lado</strong></p>
<p>A Unip afirma que as informações estão “afixadas nos quadros de aviso da tesouraria dos campi, conforme designa a lei”. A reportagem não encontrou as informações no câmpus Paraíso e quando perguntou por uma relação completa dos preços dos cursos na secretaria, recebeu a orientação de procurar os valores das mensalidades na internet, em computadores disponíveis no local.</p>
<p>O grupo Anhanguera Educacional responde em nota que cumpre as portarias e que todas as informações exigidas pelo MEC estão disponíveis nos murais. No entanto, a reportagem não encontrou os valores do curso e recebeu a orientação de procurá-los na internet. O grupo diz que seu site “será atualizado ainda hoje com as informações sobre as portarias normativas”.</p>
<p>A Uninove ainda não se pronunciou sobre a reportagem. Quando o fizer, essa matéria será atualizada.</p>
<p>O MEC destaca que as instituições participantes do Prouni e Fies tinham prazo até 4 de maio de 2012 para editarem um ato específico prevendo todos os tipos de descontos e bolsas passíveis de concessão aos seus alunos, bem como os requisitos e procedimentos necessário para sua solicitação. &#8220;Esse ato deverá ser divulgado a todo o corpo discente da instituição, devendo ser afixado em locais de atendimento e de grande circulação de estudantes e, ainda, disponibilizado no sítio eletrônico da instituição na internet&#8221;, enfatiza a pasta. O MEC informa que o descumprimento deixa a instituição sujeita a notificação e instauração de processo administrativo para aplicação das penalidades previstas na legislação, podendo ser desvinculada do Prouni ou ficar impedida de aderir ao Fies por até três processos seletivos consecutivos.</p>
<p>Matéria originalmente publicada em:</p>
<p><a title="IG" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2012-05-11/faculdades-continuam-a-descumprir-portaria-sobre-prouni-e-fies.html">http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2012-05-11/faculdades-continuam-a-descumprir-portaria-sobre-prouni-e-fies.html</a></p>
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		<title>Anhanguera: lucros e calote, de novo</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 21:32:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>d3comunicacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após a demissão em massa no ano passado, a Anhanguera iniciou 2012 atrasando salários de professores nas unidades do Estado de São Paulo. Parte dos docentes recebeu, mas o valor é menor do que foi contratado.Desde janeiro, a cada início de mês, os professores não sabem o que será depositado em suas contas. Em Osasco, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.algoerradonoensinoprivado.org.br/wp-content/uploads/2012/05/anhanguera2-300x3001.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-368" title="anhanguera2-300x300" src="http://www.algoerradonoensinoprivado.org.br/wp-content/uploads/2012/05/anhanguera2-300x3001-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Após a demissão em massa no ano passado, a Anhanguera iniciou 2012 atrasando salários de professores nas unidades do Estado de São Paulo. Parte dos docentes recebeu, mas o valor é menor do que foi contratado.Desde janeiro, a cada início de mês, os professores não sabem o que será depositado em suas contas. Em Osasco, por exemplo, uma professora recebeu apenas 37% do salário.</p>
<p>Os casos repetem-se em outras cidades, como Guarulhos e Sorocaba. Pra piorar a situação, nenhum professor consegue ter acesso ao holerite eletrônico pelo sistema da empresa.</p>
<p>Boa parte da reunião de 08/05 dos sindicatos da Fepesp foi tomada pelos problemas com a Anhanguera. O descaso com os professores ocorre ao mesmo tempo em que se divulga o lucro líquido da empresa nos primeiros meses do ano: R$ 62 milhões.<br />
Em dezembro, a Anhanguera demitiu quase 1.600 professores só no Estado de São Paulo, segundo levantamento da Fepesp. A maior parte dos demitidos é formada de mestres e doutores.<span id="more-361"></span> As demissões e outras mudanças levaram os alunos a protestar. Em 23/04, houve manifestação na unidade da Vila Guilherme (na antiga Uniban) contra &#8220;Ambiente Virtual de Aprendizagem&#8221;, que eliminou as aulas às sextas-feiras à noite.</p>
<p>&#8216;Modelo educacional&#8217; nacional<br />
Os problemas com a Anhanguera foram discutidos em audiência pública da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Lá, as demissões foram de dezembro do ano passado a fevereiro deste ano.<br />
Os deputados estaduais já haviam se mobilizado em São Paulo, em 08/02, quando os professores denunciaram o tratamento que recebiam da faculdade.</p>
<p>Fonte: www.fepesp.org.br</p>
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		<title>SP: negociações na educação básica apontam para reajuste de 6,5%</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 19:09:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>d3comunicacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As negociações na educação básica podem estar próximas do fim. Nos últimos dias, sindicatos, Fepesp e representantes patronais conseguiram construir uma proposta que ainda precisa passar pelo crivo das assembleias dos professores e dos donos de escolas. A proposta prevê Convenção Coletiva de dois anos, com aumento real em 2012 e em 2013. Em 2012, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As negociações na educação básica podem estar próximas do fim. Nos últimos dias, sindicatos, Fepesp e representantes patronais conseguiram construir uma proposta que ainda precisa passar pelo crivo das assembleias dos professores e dos donos de escolas.<br />
A proposta prevê Convenção Coletiva de dois anos, com aumento real em 2012 e em 2013.<br />
Em 2012, o reajuste negociado foi de 6,5%, excepcionalmente a partir de maio. O índice corresponde a 1,2% de ganho real, além da inflação. A partir de março de 2013, a proposta assegura aumento real de 2% e reposição inflacionária. <span id="more-359"></span></p>
<p><strong>PLR aumenta para 24%</strong><br />
O acordo negociado aumentou a Participação nos Lucros ou Resultados para 24% em 2012 e 2013, contra os 21% pagos nos dois últimos anos.<br />
Considerando o aumento real nos dois anos e a PLR de 24%, a proposta se aproxima bastante da reivindicação de recuperar o poder de compra dos salários e assegurar ganho real correspondente a 50% por inflação, a cada ano.<br />
As demais cláusulas da Convenção Coletiva também foram discutidas e a maioria das mudanças previstas são ajustes na redação.<br />
As negociações agora se concentram nas cláusulas sociais. A proposta final será submetida aos professores, em assembleias que devem ser marcadas para o dia 5 de maio.</p>
<p>Fonte: www.fepesp.org.br</p>
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		<item>
		<title>Assembleia Legislativa do RS recebe denúncias sobre demissões da Anhanguera</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 13:53:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>d3comunicacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em audiência na manhã desta terça-feira, 24 de abril, com a Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa, representantes do Sinpro/RS e da CONTEE detalharam as denúncias de demissão em massa e irregularidades na Anhanguera Educacional. Os problemas na Anhanguera foram denunciados em janeiro pelo Sinpro/RS e Contee ao MEC. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_354" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.algoerradonoensinoprivado.org.br/wp-content/uploads/2012/04/assRSanhanguera.jpg"><img class="size-full wp-image-354   " title="Audiência Pública RS" src="http://www.algoerradonoensinoprivado.org.br/wp-content/uploads/2012/04/assRSanhanguera.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">O Deputado Lindenmeyer lamentou a ausência de representantes da Anhanguera. Foto: Grazieli Gotardo/Comunicação Sinpro/RS</p></div>
<p>Em audiência na manhã desta terça-feira, 24 de abril, com a Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa, representantes do Sinpro/RS e da CONTEE detalharam as denúncias de demissão em massa e irregularidades na Anhanguera Educacional. Os problemas na Anhanguera foram denunciados em janeiro pelo Sinpro/RS e Contee ao MEC. A audiência na Comissão de Educação contou com a presença do Coordenador Regional Sul da Contee, Cássio Bessa, e de entidades sindicais do ensino privado da base da Federação dos Trabalhadores de Estabelecimentos de Ensino Privado do RS &#8211; FeteeSul, que solicitaram a manifestação dos parlamentares ao MEC, reforçando o pedido de fiscalização na Anhanguera, bem como ao Ministério Público do Trabalho.</p>
<p>Assista à matéria em vídeo, produzida pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul:<br />
<a href="http://www2.al.rs.gov.br/tvassembleia/PesquisaMat%C3%A9rias/tabid/3995/IdOrigem/1/Id_Cadastro_Video/5157/Default.aspx">http://www2.al.rs.gov.br/tvassembleia/PesquisaMat%C3%A9rias/tabid/3995/IdOrigem/1/Id_Cadastro_Video/5157/Default.aspx</a></p>
<p><span id="more-353"></span></p>
<p>O deputado Alexandre Lindenmeyer, proponente da audiência junto com Mariza Formolo, presidiu a sessão. Ele considerou que há casos de crime contra a organização sindical, cabendo denúncia ao Ministério do Trabalho e Emprego &#8211; MTE e ressaltou a necessidade de levar as denúncias ao MEC e ao Congresso Nacional. “Outros deputados estão acompanhando a situação da Anhanguera, mas farei um pronunciamento na tribuna denunciando as irregularidades relatadas nesta audiência, que devem ainda ser reiteradas ao MEC. Também vamos buscar uma audiência pública no Congresso Nacional sobre o tema”, sinalizou o parlamentar. Lindenmeyer lamentou a ausência de representantes da Anhanguera e lembrou que irregularidades ocorrem também em outros estados onde a instituição atua, conforme documento final de audiência pública realizada na Assembleia Legislativa de São Paulo.</p>
<p>A Anhanguera possui seis unidades no RS e no final de 2011 demitiu cerca de 20% do quadro de docentes em Pelotas, Rio Grande e Passo Fundo. Quase todos os professores tinham nível de mestrado ou doutorado, sendo que alguns integravam o Núcleo Docente Estruturante (NDE) da instituição, grupo de professores de alta titulação e carga horária, responsável pela formulação do projeto pedagógico do curso, conforme exigência do MEC. As dispensas ocorreram logo após a finalização da avaliação institucional feita pelo MEC nas unidades do grupo. Em todo o país foram cerca de 1,5 mil professores demitidos de dezembro de 2011 a fevereiro deste ano.</p>
<p>O diretor do Sinpro/RS, Amarildo Cenci, apresentou breve histórico da atuação da Instituição no RS e os dados das demissões e irregularidades. “O modelo proposto pela Anhanguera, de uma educação aplicada na bolsa de valores é um prejuízo à educação. Não é um modelo pedagógico, mas um modelo de negócio que visa apenas os lucros e mercantilização da educação”, denunciou. O dirigente também destacou práticas da instituição como aulas presenciais apenas de segunda a quarta-feira, até às 22h, e o excesso de alunos por turma (mais de 100). “Neste ano, para substituir os 20% de professores demitidos no final de 2011, a Anhanguera está contratando professores novos pelo piso da categoria, o que não é permitido pela Convenção Coletiva de Trabalho, devido à cláusula da isonomia que prevê que os professores da mesma instituição tenham salário iguais, diferenciando-os apenas de acordo com sua titulação”, ressaltou.</p>
<p>O Coordenador Regional Sul da Contee, Cássio Bessa, falou da preocupação com a desnacionalização da educação, que está sendo transformada em mera mercadoria. É o caso da Anhanguera, com a compra de instituições pequenas com recursos captados na bolsa de valores. Bessa também informou que a Contee terá uma audiência com o ministro da Educação, no dia 10 de maio, para apresentar essa realidade.</p>
<p>“A unidade da Anhanguera em Rio Grande possui 4 mil alunos e apenas 96 professores. No curso de Direito, havia mais de 160 alunos em uma única turma. E sabemos que alguns cursos da Anhanguera não atingiram nem a nota 3 na avaliação do MEC, numa escala de 1 a 5”, acrescenta Ivo Motta, diretor do Sinpro/RS na Regional de Rio Grande.</p>
<p>A audiência também contou com depoimento de um professor de Passo Fundo demitido da Anhanguera em 2010 por defender o direito dos dirigentes sindicais de visitarem a instituição e conversar com os docentes. O professor relatou ainda constrangimentos a alunos que atrasaram mensalidades e denunciou a falta de incentivo à formação de Diretórios Acadêmicos.</p>
<p>Fonte: Sinpro/RS, com informações da redação</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>DESTAQUE:</p>
<p>Vídeo: ALRS recebe denuncias sobre demissões na Anhanguera</p>
<p>Assista a seguir a reportagem em vídeo, produzida pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul sobre audiência, realizada na manhã desta terça-feira, 24 de abril, com a Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa. Na ocasião, representantes do Sinpro/RS e da CONTEE detalharam as denúncias de demissão em massa e irregularidades na Anhanguera Educacional.</p>
<p>A audiência na Comissão de Educação contou com a presença do Coordenador Regional Sul da Contee, Cássio Bessa, e de entidades sindicais do ensino privado da base da Federação dos Trabalhadores de Estabelecimentos de Ensino Privado do RS &#8211; FeteeSul, que solicitaram a manifestação dos parlamentares ao MEC, reforçando o pedido de fiscalização na Anhanguera, bem como ao Ministério Público do Trabalho.</p>
<p>Assista aqui:<br />
<a href="http://www2.al.rs.gov.br/tvassembleia/PesquisaMat%C3%A9rias/tabid/3995/IdOrigem/1/Id_Cadastro_Video/5157/Default.aspx">http://www2.al.rs.gov.br/tvassembleia/PesquisaMat%C3%A9rias/tabid/3995/IdOrigem/1/Id_Cadastro_Video/5157/Default.aspx</a></p>
<p>Fonte: Sinpro/RS e ALRS, com informações da redação.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Manda quem pode, obedece quem tem juízo</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 13:05:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>d3comunicacao</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Algo errado no ensino privado]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; Essa lógica não pode valer para as instituições de ensino privado. É preciso desenvolver processos democráticos de gestão com a participação de professores, funcionários e alunos. A única coisa que os &#8220;donos&#8221; gostam de compartilhar são os prejuízos. Tem algo errado no ensino privado!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.algoerradonoensinoprivado.org.br/wp-content/uploads/2012/04/Dono.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-350" title="Dono" src="http://www.algoerradonoensinoprivado.org.br/wp-content/uploads/2012/04/Dono-e1335272688488.jpg" alt="" width="470" height="470" /></a>Essa lógica não pode valer para as instituições de ensino privado. É preciso desenvolver processos democráticos de gestão com a participação de professores, funcionários e alunos.<br />
A única coisa que os &#8220;donos&#8221; gostam de compartilhar são os prejuízos.</p>
<p>Tem algo errado no ensino privado!</p>
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		<item>
		<title>Sinpro-Rio mobiliza professores e sociedade em caminhada pela Orla de Ipanema</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 22:11:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A 3ª Caminhada dos Professores, que ocorreu no domingo, dia 11 de março, na orla de Ipanema, marcou uma nova etapa da Campanha Salarial de 2012. Animada pela bateria do bloco “Passa a régua”, de Bangu, a caminhada foi do Posto 8 ao 10, agregando cada vez mais professores e cidadãos que aproveitavam o domingo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.algoerradonoensinoprivado.org.br/wp-content/uploads/2012/04/caminhada2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-347" title="caminhada2" src="http://www.algoerradonoensinoprivado.org.br/wp-content/uploads/2012/04/caminhada2-e1334959755677.jpg" alt="" width="470" height="279" /></a></p>
<p>A 3ª Caminhada dos Professores, que ocorreu no domingo, dia 11 de março, na orla de Ipanema, marcou uma nova etapa da Campanha Salarial de 2012. Animada pela bateria do bloco “Passa a régua”, de Bangu, a caminhada foi do Posto 8 ao 10, agregando cada vez mais professores e cidadãos que aproveitavam o domingo de Sol. A manifestação também contou com a distribuição de bolas de gás, uma ampla panfletagem e a intervenção de muitos em um microfone aberto.<span id="more-346"></span></p>
<p>O principal objetivo do evento é levar à sociedade o conhecimento dos problemas enfrentados pelos professores. Os baixos pisos salariais, por exemplo, acabam obrigando muitos docentes a dobrarem ou triplicarem suas jornadas, o que acaba acarretando em stress e um pior rendimento nas aulas dadas. Tornou-se palavra de ordem a luta contra a precarização do ensino público e privado.</p>
<p>A orla ficou repleta de faixas com as reivindicações e toda enfeitada com os balões distribuídos pelo Sinpro-Rio. Estiveram presentes diversos diretores do Sinpro-Rio, assim como o presidente Wanderley Quêdo, muitos professores, o deputado federal Alessandro Molon (PT-RJ), o deputado estadual Robson Leite (PT-RJ), o presidente da CUT-RJ, Darby Igayara, o vice-presidente da UEE-RJ, Mitã Chalfun, a presidente do SindEnf-RJ, Mônica Armada, representantes de outros sindicatos, além de muitos pedestres, que demonstravam solidariedade à causa.</p>
<p>Fonte: sinpro-rio.org.br</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Trabalhadores do ensino privado vão às ruas por aumento real de salário</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 21:44:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>d3comunicacao</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Técnicos Administrativos]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; Os sindicatos de Técnicos Administrativos e de Professores do ensino privado do Rio Grande do Sul promoveram ampla mobilização, por aumento real de salário. Nas manifestações, organizadas pelo Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Passo Fundo e Região &#8211; Sintee Norte/RS e Sindicato dos Professores &#8211; Sinpro/RS, foram divulgados os índices de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.algoerradonoensinoprivado.org.br/wp-content/uploads/2012/04/SINTEE-C.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-340" title="SINTEE C" src="http://www.algoerradonoensinoprivado.org.br/wp-content/uploads/2012/04/SINTEE-C-e1334871774663.jpg" alt="" width="470" height="311" /></a>Os sindicatos de Técnicos Administrativos e de Professores do ensino privado do Rio Grande do Sul promoveram ampla mobilização, por aumento real de salário.<br />
Nas manifestações, organizadas pelo Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Passo Fundo e Região &#8211; Sintee Norte/RS e Sindicato dos Professores &#8211; Sinpro/RS, foram divulgados os índices de reajustes das mensalidades das principais instituições de ensino privado e a negativa de seus representantes em dar aumento real de salários para os trabalhadores.<br />
Em Passo Fundo/RS, as manifestações ocorreram em frente as principais instituições de ensino, nas ruas e na feira do produtor.<br />
Os trabalhadores estão em campanha salarial desde o início de março. Até o momento foram realizadas seis rodadas de negociação.<span id="more-339"></span>
<a href='http://www.algoerradonoensinoprivado.org.br/?attachment_id=340' title='SINTEE C'><img width="150" height="150" src="http://www.algoerradonoensinoprivado.org.br/wp-content/uploads/2012/04/SINTEE-C-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="SINTEE C" title="SINTEE C" /></a>
<a href='http://www.algoerradonoensinoprivado.org.br/?attachment_id=341' title='SINTEE B'><img width="150" height="150" src="http://www.algoerradonoensinoprivado.org.br/wp-content/uploads/2012/04/SINTEE-B-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="SINTEE B" title="SINTEE B" /></a>
<a href='http://www.algoerradonoensinoprivado.org.br/?attachment_id=342' title='Sintee D'><img width="150" height="150" src="http://www.algoerradonoensinoprivado.org.br/wp-content/uploads/2012/04/Sintee-D-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Sintee D" title="Sintee D" /></a>
<a href='http://www.algoerradonoensinoprivado.org.br/?attachment_id=343' title='SINTEE'><img width="150" height="150" src="http://www.algoerradonoensinoprivado.org.br/wp-content/uploads/2012/04/SINTEE-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="SINTEE" title="SINTEE" /></a>
</p>
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		<title></title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 15:38:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>d3comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanha Salarial]]></category>
		<category><![CDATA[Algo errado no ensino privado]]></category>
		<category><![CDATA[campanha salarial]]></category>
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		<category><![CDATA[Tem algo errado no ensino privado]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.algoerradonoensinoprivado.org.br/wp-content/uploads/2012/04/Nao-tem-saida1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-336" title="Nao tem saida" src="http://www.algoerradonoensinoprivado.org.br/wp-content/uploads/2012/04/Nao-tem-saida1.jpg" alt="" width="470" height="336" /></a></p>
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		<title>Pesquisa: 58,4% dos professores atingidos pelo estresse</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Apr 2012 00:04:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>d3comunicacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[FeteeSul apresenta pesquisa sobre o nível de estresse dos professores no RS. Ao final do texto, você pode conferir o link com o arquivo da pesquisa. A pesquisa inédita “Avaliação do Nível de Estresse em Professores do Ensino Privado do Rio Grande do Sul”, realizada com a coordenação da Dra. Janine Kieling Monteiro, professora do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.algoerradonoensinoprivado.org.br/wp-content/uploads/2012/04/Foto_Pesquisa_Igor_Sperotto.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-324" title="Foto_Pesquisa_Igor_Sperotto" src="http://www.algoerradonoensinoprivado.org.br/wp-content/uploads/2012/04/Foto_Pesquisa_Igor_Sperotto.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong>FeteeSul apresenta pesquisa sobre o nível de estresse dos professores no RS. Ao final do texto, você pode conferir o link com o arquivo da pesquisa.</strong></p>
<p>A pesquisa inédita “Avaliação do Nível de Estresse em Professores do Ensino Privado do Rio Grande do Sul”, realizada com a coordenação da Dra. Janine Kieling Monteiro, professora do Departamento de Pós-graduação em Psicologia da Unisinos, revela que o acúmulo de trabalho, a multiplicação de tarefas burocráticas impossíveis de serem cumpridas dentro da carga horária contratada, salas de aula superlotadas, incapacidade dos alunos de respeitar limites e a crescente demanda de atividades extraclasse e on-line estão afetando a saúde dos professores do ensino privado e se constituindo em fatores de estresse.<span id="more-323"></span> A prevalência de estresse na amostra estudada foi de 58,4%, com predominância na fase de resistência (50,5%) e os sintomas que mais se destacaram foram o cansaço excessivo e a tensão muscular. Segundo a coordenadora da pesquisa Janine Kieling Monteiro, esses dados indicam que um índice significativo da amostra estudada apresenta estresse, com expressivos prejuízos à saúde do professor em decorrência desse quadro.</p>
<p>O trabalho teve colaboração de Carolina Lisboa, também docente do PPG em Psicologia, e participação da mestranda Patrícia Dalagasperina e das alunas Fernanda Haas e Maríndia de Quadros. O projeto foi submetido e aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Unisinos e atende às exigências éticas contempladas na Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde e na Resolução do Conselho Federal de Psicologia 016/2000.</p>
<p>O alto nível de nível de estresse na categoria já havia sido identificado em uma pesquisa anterior, realizada em 2009/2010 pelo Diesat, que investigou as condições de trabalho e de saúde dos professores do ensino privado gaúcho.</p>
<p><strong>UNIVERSO PESQUISADO</strong></p>
<p>A pesquisa contou com a participação de 202 professores. A coordenadora da sondagem afirma que o número de pesquisados se justifica pela sua qualificação em relação ao universo do ensino privado e ao perfil desses professores. Eles atuam na Educação Infantil, nos níveis Fundamental e Médio e na Educação Superior (graduação e pós-graduação) em Caxias do Sul, Passo Fundo, Santa Maria, Pelotas, Porto Alegre, Canoas e São Leopoldo. Esses municípios foram focados por serem os principais centros urbanos do estado. Os participantes têm entre 25 e 70 anos de idade, sendo a maioria mulheres (64,9%), e 36% cumprem carga horária semanal de 20 a 40 horas. A maioria dos professores (52%) desenvolve suas atividades em uma única instituição e (71,4%) não possuem outra atividade remunerada.</p>
<p><strong>SÍNDROME DE BURNOUT</strong></p>
<p>A pesquisa destaca que os índices de estresse e de burnout encontrados na amostra estudada são superiores a alguns estudos apresentados na literatura e podem ser encarados como um alerta para que as escolas invistam em intervenções voltadas para a saúde dos professores.</p>
<p>Chama a atenção o alto índice de estresse entre os professores na comparação com outros estudos e com diferentes categorias profissionais. Entre os professores, além do alto índice de estresse, constata-se uma incidência de Síndrome de Burnout (esgotamento profissional) em 16,8% dos entrevistados, enquanto que entre policiais militares e bancários, por exemplo, o índice tem sido de 47%.</p>
<p>Segundo a coordenadora da pesquisa, o estresse relacionado ao trabalho é classificado em quatro fases: alerta, resistência, pré-exaustão e exaustão, sendo que a maioria dos entrevistados (50,5%) se identifica com o estágio de resistência ao estresse. “Essa fase do estresse não é a mais grave, pois apesar do desgaste físico e emocional que acarreta, é possível de ser revertido com políticas preventivas”, completa Janine.</p>
<p><strong>EXCESSO DE ATIVIDADES E PRAZOS CURTOS</strong></p>
<p>Os principais aspectos apontados como fatores de estresse foram sobrecarga de atividades extraclasse, o excesso de demandas e os prazos estabelecidos para executar as atividades. As atividades extraclasses citadas como mais estressantes foram a preparação de aulas e de provas, as correções de provas e a elaboração de pareceres e relatórios. Além disto, na pesquisa qualitativa foi destacado pelos participantes que existe uma exigência de atividades que não é proporcional ao número de horas pagas. Estes dados indicam a necessidade de se pensar em novas estratégias para diminuir o excesso de atividades do professor.</p>
<p>Além de demonstrar que as mulheres apresentaram significativamente mais estresse e burnout do que os homens, a pesquisa apontou que os professores que atuam no Ensino Fundamental e Médio foram os que mais apresentaram o quadro de estresse e Síndrome de Burnout. Trabalhos preventivos, a exemplo de treinamentos de capacitação dos docentes para o exercício saudável da profissão, com abordagens de temas como saúde e qualidade de vida e manejo de estresse ocupacional são outra alternativa apontada por especialistas e referida na pesquisa.</p>
<p><strong>PESQUISA REFORÇA REIVINDICAÇÕES DOS SINDICATOS</strong></p>
<p>Para o diretor do Sinpro/RS, Sani Cardon, a sondagem reforça as reivindicações dos professores do ensino privado por melhorias nas condições de trabalho. “A pesquisa reafirma a necessidade de redução do número de turmas por docente, a redução do número de alunos por turma e a contratação de mais professores e profissionais técnicos administrativos para auxiliar nos trabalhos burocráticos e de apoio como medidas eficazes para a melhoria na qualidade de vida dos professores, bem como a valorização do trabalho dos professores dentro das instituições”, destaca.</p>
<p>Os sindicatos encaminharam, no final de março, a pesquisa ao Ministério Público do Trabalho (MPT), que vem intermediando as negociações com relação ao direito que os professores têm ao descanso; e ao Sinepe/RS (sindicato patronal). “É urgente a implementação de políticas para evitar que essa situação de estresse dos professores se agrave e tenha consequências ainda mais graves para a categoria. A desconexão do trabalho tem que ser respeitada”, defende o dirigente.</p>
<p><a title="Arquivo da Pesquisa" href="http://www.sinprors.org.br/pesquisa/pdf/2012_04_sindrome_do_estresse_e_burnout.pdf" target="_blank">Confira arquivo da pesquisa</a></p>
<p>Fonte: www.sinprors.org.br</p>
<p>Foto: Igor Sperotto</p>
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